No fim, somos aberrações...
Arthur
— O que você fez? — Willian aproximou-se apressado, seu tom mostrava o descontentamento de quando achava que tinha razão.
Ignorei seu chamado e continuei agachado, arrancando o mato do chão fofo e úmido ao redor do poço. Eu estava irritado demais para sustentar uma discussão que, provavelmente, resultaria em uma briga corpo a corpo.
— Arthur!
Rosnei e puxei o mato com mais agressividade.
— Eu não fiz nada — respondi entre dentes.
— É claro que fez. Quando retornei, Amelie estava estranh