Arthur
Quando o som da carroça estava longe o suficiente, olhei para Amelie que estava parada no centro da cozinha. A poeira podia ser vista no ar através da claridade que entrava pela janela e a porta dos fundos, nossas pegadas estavam marcadas no chão sujo, mas eu só conseguia me interessar por ela.
Gostaria de saber o que tanto pensava.
Aproximei-me e percebi que ficou inquieta, mas apenas sorri por ver que reagia a mim. Devagar, passei meus braços em sua cintura até tê-la totalmente encaix