“A arte só existe quando rompe correntes.”
Depois do embate com Helena, Viviane voltou para casa fervendo de raiva. Nem quis permanecer no hotel com as amigas — a irritação pulsava tão forte que tudo parecia insuportável. Jogou-se na cama, encarou o teto por alguns segundos e, depois, começou a rolar a tela do celular com a velocidade de quem precisava de uma distração imediata.
Não demorou para encontrar o que não queria ver.
Uma matéria havia acabado de ser publicada com a foto que ela mesma