“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” Clarice Lispector
Helena despertou com a luz suave da manhã atravessando as cortinas e se espalhando pelo quarto em tons dourados. Por um segundo não soube onde estava. Então sentiu — o peso morno de um braço sobre sua cintura, a respiração calma contra sua nuca… e lembrou. Santiago ainda dormia, o rosto tranquilo, os cabelos bagunçados e uma paz que ela nunca tinha visto nele antes.
Ela sorriu sozinha. Mas o sorriso morreu rápido.
— Merd