“O amor imaturo diz: te amo porque preciso de ti. O amor maduro diz: preciso de ti, porque te amo.”
Olívia surgiu à porta com um sorriso largo no rosto, os cabelos brancos, curtos, refletindo o brilho quente das luzes penduradas. Vestia um traje mais sóbrio do que o florido com o qual Helena a conhecera — parecia pronta para a missa de domingo, elegante na simplicidade.
— Minhas crianças… — cumprimentou-os, afetuosa, já abrindo os braços. — Que bom que vieram.
Helena foi a primeira a se deixar