Ela…
A brisa fresca da manhã entrava pela grande janela da minha sala, trazendo consigo um cheiro sutil de café recém-passado que muito provavelmente vinha do apartamento de algum dos meus vizinhos.
Eu estava sentada no sofá, distraída com os pensamentos que insistiam em me atormentar desde a noite da festa.
Ainda doía lembrar do que vi, mas a dor já não era tão mordaz. Era apenas um incômodo persistente, como uma ferida que estava cicatrizando devagar.
Foi nesse