Ele...
Levei Hayla para casa em silêncio.
Não era um silêncio pesado, daqueles que nos sufocam. Era um silêncio... respeitoso.
Como se ambos soubéssemos que qualquer palavra ali, dita antes da hora, poderia estragar o que nem sabíamos ao certo o que era.
A noite estava fria, mas ela parecia aquecida pelo próprio alívio.
Ou talvez fosse pela coragem de ter ficado, de ter escutado meu desabafo, de não ter ido embora correndo como tantas outras vezes.
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