Ele…
O silêncio era cortante.
Não o silêncio comum — mas aquele tipo de silêncio que anuncia desgraça.
Eu estava na sala de comando improvisada na van da segurança, com os olhos fixos no monitor enquanto os técnicos tentavam localizar o sinal da pulseira de Hayla.
O tempo parecia escorrer pelas paredes como suor frio, e tudo dentro de mim já havia ultrapassado o limite do aceitável.
Até que o som começou.
Primeiro, um chiado baixo.
Depois, a voz dela.