Sabrina estava deitada nos braços de Sebastian e não se mexeu. Ela o ouvia passivamente enquanto ele se comunicava com a outra pessoa ao telefone.
"Eu sei. Eu combinarei um horário para trazê-la para experimentar.”
“Se houver rubis bons no futuro, guarde-os também.”
“Os dedos dela são muito finos. Vou trazê-la para ser dimensionada e veremos.”
Todas as trocas feitas ao telefone eram sobre “ela”.
Quem poderia ser “ela”?
Poderia ser ela, Sabrina?
Um pensamento passou, e Sabrina não pôde evi