LEONARDO RIZZI NARRANDO.
VERONA, ITÁLIA.
Eu estava sentado no canto mais escuro do galpão, olhando para o relógio e tentando ignorar a sensação de inquietação que me consumia. O barulho constante das máquinas e a conversa abafada dos outros membros da máfia eram como um zumbido irritante na minha cabeça. O meu dia estava longe de acabar, e eu já estava cansado.
Rocco, se aproximou de mim com um olhar grave.
— Leonardo, precisamos conversar. É sobre Rafaella.
Meu coração deu um