LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
Estava no fundo do poço, sem saída, sem esperança. A vida tinha se tornado uma sequência interminável de dias sem cor, sem propósito. E naquela noite, eu tinha bebido mais do que o normal, muito mais. A garrafa de vodka estava quase vazia na minha mão trêmula, e o gosto amargo do álcool queimava a minha garganta, mas era o único alívio que eu conseguia encontrar. A dor da perda de Rafaella me destruía, corroía cada parte do meu ser, tornando tudo mais insuportáv