CELINA MARTINI NARRANDO.
ITÁLIA.
O som da porta se fechando atrás de Rafaella e Leonardo ecoou na minha mente como o golpe final de uma sentença implacável. Eles se foram, me deixando sozinha neste quarto de hospital, presa em um corpo que já não era o meu. A dor física era quase insignificante comparada ao desespero que me rasgava por dentro. Como eu cheguei a isso? Como tudo na minha vida se desmoronou tão rápido?
As lágrimas começaram a escorrer antes que eu pudesse contê-las, molhando o