LORENZO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
A mensagem de Rocco apareceu no meu telefone no momento em que eu estava prestes a sair de casa. Um frio correu pela minha espinha ao ver o nome dele piscando na tela. Eu hesitei por um segundo, o dedo pairando sobre o botão para abrir o vídeo. Algo me dizia que o que quer que estivesse ali dentro não seria fácil de digerir. Mas não havia como ignorar, não havia como fugir.
Com um suspiro pesado, abri o vídeo.
No começo, a imagem estava tremida, como se quem esti