LAURA
Subi com Lorenzo vendo a sua tristeza, que o deixava em silêncio e cabisbaixo. Entramos no seu quarto e sentei-o na cama. Tirei o seu sapato e depois as suas roupas.
— O que mais ela disse a você? — perguntei erguendo o seu rosto para me olhar.
— Que sou uma criança amaldiçoada. Eu sei o que isso quer dizer. É uma coisa ruim.
— Ela está errada, isso não é verdade. Você é uma criança abençoada, Lorenzo. Foi concebido em uma família que o ama muito. Fruto do amor lindo dos seus pais. — Acari