LAURA
Deixei o quarto e fui até a biblioteca, rezando no caminho para não encontrar o diabo loiro. Bati na porta e o escutei me mandar entrar.
— O senhor quer falar comigo? — perguntei fechando a porta atrás de mim.
— Sim. Sente-se, por favor — pediu e indicou com a mão a poltrona à frente da sua. — Quero lhe pedir desculpas pela forma como Biancca a tratou mais cedo. Foi desnecessário e nada educado.
— Não é o senhor que tem que me pedir desculpas. É a sua esposa.
— Eu sei, mas... me sinto no d