37. Vittorio
Algumas horas depois…
A porta do meu escritório se abre no exato momento que bebo um gole do uísque puro e sem gelo. O álcool desce queimando pela minha garganta, e logo o sinto aquecer-me por dentro.
— E então? — inquiro sem sequer olhar para a pessoa em pé atrás de mim.
— Precisamos tirá-la de lá agora, senhor Leone. — A voz preocupada da empregada preenche o cômodo. — Temo que ela não resista a esse frio.
— Ainda não — resmungo rígido. — Ela precisa esquecê-lo. Precisa me amar outra vez. O