Passamos o resto daquele dia no acampamento. Cassian havia ido resolver um problema na fronteira, e eu aproveitei para cuidar de alguns feridos. Estava enfaixando a perna de um jovem lupino quando Castor entrou na tenda. Ele se aproximou devagar, trazendo uma xícara, o olhar sempre atento, como se buscasse algo além do que parecia oferecer.
— Você faz isso bem. — disse, com um sorriso de canto.
— Muita prática. — respondi sem me deter, sentindo seu olhar pousar sobre mim como se fosse um peso.