MATTEO VASCONCELOS
Acordei no dia seguinte tateando com a mão ao lado da cama.
Não senti ela.
Abri os olhos e realmente Sofia não estava em lugar nenhum.
Sentei na cama ainda tentando despertar completamente. O apartamento estava silencioso demais.
Vazio demais.
Passei a mão pelos cabelos e me levantei.
Fui até a cozinha e encontrei um pequeno bilhete preso na geladeira.
"Não precisa me esperar. Só tranca a porta."
Fria.
Seca.
Direta.
Exatamente do jeito que Sofia costumava agir quando estava t