Vittorio Bianchi
O relógio marca quase meia-noite, mas o sono não vem. Estou sentado no escritório improvisado da casa de Hugo, um copo de uísque intocado ao meu lado. A única iluminação vem do abajur sobre a mesa, lançando sombras pelo cômodo.
Minha mente está presa no que aconteceu mais cedo. O telefonema sobre o problema com o novo espumante foi o suficiente para me fazer decidir que preciso voltar para a Itália. Mas agora que estou aqui, encarando a mala meio aberta no canto do quarto, alg