A igreja estava iluminada por vitrais coloridos que deixavam entrar a luz suave do fim de tarde. O som do órgão ecoava suavemente, enchendo o ar de solenidade. Para Helena, aquilo era mais que paredes sagradas: era a casa de Deus, e, apesar das circunstâncias, ela não poderia aceitar unir-se de outra forma.
Havia pouquíssimos convidados, além de sua mãe apenas, Célia, a secretária e amiga de longa data com o esposo. Cláudia e Amanda, amigas de infância de Helena, seu tio Renato com a esposa Gló