— Eu vou deixar que você, Meyer, escolha quem vai morrer primeiro. — Silva disse agora me encarando.
Eu o encarei e voltei a encará-la, como quem entendeu o recado. Ela tossiu, novamente movimentando as mãos. Um sinal rápido e discreto que passaria desapercebido pelo movimento de seu corpo enquanto tossia. Com o dedo indicador girando três vezes, ela sinalizou para que eu enrolasse.
— Vamos negociar! — Falei agora encarando o Silva.
— Agora você quer negociar? — Ele riu.
— Quero. O que você que