— Oi... — Ele falou com as mãos no bolso do terno ao me encarar na porta da minha casa. — Podemos conversar?
— Que seja rápido. — Falei. Minha voz estava rouca do tanto que eu havia chorado a noite.
Ele entrou sendo guiado por mim até a sala, onde minha mala já estava arrumada e pronta para viagem. Eu já estava arrumada, havia colocado uma calça jeans e como o tempo estava frio, um moletom e um tênis – o que foi conveniente para esconder o hematoma na costela e a tala em meu braço esquerdo. - M