167. Presas na garganta.
As palavras ficaram presas na garganta. Eu queria protegê-la, mas sabia que não podia esconder isso dela. Ela precisava saber.
— Hanna, precisamos conversar. — Minha voz soou rouca, quase um sussurro.
O sorriso no rosto dela desapareceu, dando lugar a uma preocupação profunda. Ela mandou Kethellen subir para brincar no quarto e se virou para mim, agora completamente atenta.
Eu me sentei ao lado dela, tomando suas mãos nas minhas. Mas mesmo assim, as palavras não vinham. Como dizer algo que você