166. Solto.
Duas semanas depois…
Dylan
As paredes brancas e sem vida da cela pareciam refletir a monotonia que tomou conta dos meus dias nos últimos meses. O som estridente da porta de ferro sendo destrancada cortou o silêncio. O guarda me lançou um olhar vazio antes de anunciar:
— Mcnold, você está livre para aguardar julgamento.
Livre. A palavra ecoou na minha mente como uma promessa e uma maldição. Peguei minhas coisas, uma sacola plástica que continha quase nada além de roupas usadas e a amargura de qu