127. Cont. Minha história…
Hanna
Fitei-o, esperando algo, qualquer coisa, mas o olhar dele estava cheio de uma mistura de amor e admiração. Eu poderia ver que ele entendeu. Ou, pelo menos, tentava.
— Com tudo o que aconteceu... comecei a desencadear crises de pânico. — Minha voz vacilou, como se confessar aquilo ainda abria feridas que nunca cicatrizaram completamente. — Eu não consigo mais ficar sozinho. Era como se o silêncio fosse um inimigo que me esmagava. Chorava a noite toda, sem parar...
Respirei fundo, tentando