Um corpo pequeno e que era absolutamente tudo o que Lucca sempre amou. Primeiro aprendeu a desejar o cheiro, depois o sabor, mas agora que podia enxergar.
Ive o controlava com o olhar.
Ela sorriu quando a respiração do marido mudou e os olhos dele se dilataram em um desespero que ela amava.
Ainda assim recolocou o biquíni.
— Passou no teste.
O rapaz não respondeu, já não estava pensando. Só a puxou para ele com tanta força que Ive gritou pelo susto. Terminou com a boca coberta pela dele, e cada centímetro de si presa em um toque sem calma, mas cheio do que ela queria.
— Lucca, calma! Aqui não.
Ele já estava com a sunga abaixada quando Ive conseguiu falar. E o gemido foi quase dolorido.
— Por quê?
— Alguém pode aparecer.
— Só um pouquinho, deixa eu te beijar.
Ela deixou e não demorou até estar com seio na boca do marido enquanto ele se esfregava nela como se realmente estivessem fazendo amor. Ive estava deitada sobre a rocha, mas não sentia nada além do abraço forte e da boc