Meu Deus, Sara! Você é Doente.
Sara já tinha arrancado os sapatos e jogado no banco de trás, nunca gostou de saltos, era obrigada a usar por formalismos da profissão, mas o preferia andar descalça.
Ligou o carro e olhou para a caixa de madeira ao seu lado. Vinhos e alguns petiscos, sabia que o marido iria reclamar dos embutidos, mas teve o cuidado de comprar amêndoas para Ivan.
Mas assim que colocou a mão no câmbio, o telefone tocou.
A advogada procurou na bolsa, aquele toque indicava problemas, só havia usado aquele apar