Em uma pequena chácara nos limites do que a cidade ainda chamada de subúrbio. Ivan terminava de lavar as mãos.
Jorge já não existia, nem sequer os ossos, mas antes do ácido sulfúrico começar o seu trabalho. O pai de Ive se divertiu.
Havia seguido as informações da dona da lojinha de doces, pesquisado o caso. Não foi difícil conseguir uma fotografia.
Parou o carro ao lado do morador de rua que estava mastigando um pedaço de algo rançoso e mostrou uma garrafa de destilado barato.
— Aí quer um trago?
Jorge colou o corpo na lataria da Amarok, o cheiro fez Ivan ter nojo da humanidade.
— Entra.
O senhor se afastou do carro meio desconfiado.
— O que você quer?
Ivan adoraria resolver as coisas a sua maneira. Já teria estourado a cabeça daquele infeliz fechando a porta do carro tantas vezes que só restaria um serviço de funilaria para fazer.
Não podia. Ive estava respondendo um processo, a justiça era realmente muito bem representada pela tal deusa cega.
Passou o polegar no bigode, respirou fu