Douglas, seguido de Leandro, caminhava em sua direção. Observando sua expressão facial, era impossível discernir alegria ou ira. Ele parou diante de Natália, ergueu seu queixo com a mão, e seus olhos escuros e profundos fixaram-se no rosto da mulher, marcado pela impressão de uma mão. Seu rosto estava inchado, o canto dos lábios rasgado, ainda manchado com sangue.
Douglas olhou para o Sr. Eduardo, que, com culpa, não ousava encontrá-lo nos olhos. Seus lábios se curvaram num sorriso, e uma voz ba