Douglas, com seu rosto belo e impassível, não mostrava qualquer expressão. Seus dedos acariciavam a superfície do telefone, um frio severo oculto no fundo de seus olhos. Momentos depois, um sorriso de significado ambíguo surgiu em seus lábios. Com uma voz clara e um tanto divertida, ele disse:
- Claro.
Sob o olhar de Tadeo, ele ligou para Natália. O som mecânico da chamada não atendida ecoou do fone, audível mesmo sem o viva-voz na atmosfera silenciosa:
- Desculpe, o telefone que você ligou está