- Espere aí, vou rápido. - Disse Maria, enquanto assentia confusa.
A neve caía cada vez mais forte, e a alta figura desapareceu rapidamente na cortina de neve.
Ela olhou para o céu, subitamente lembrando do dia em que foi levada para a prisão.
A neve naquele dia era tão pesada quanto hoje, formando uma espessa camada no chão.
Sentada na viatura policial, ela olhava para fora.
Tudo era branco, bonito, mas também melancólico.
Maria empurrou a cadeira de rodas alguns passos para frente e estendeu