Do lado de fora da sala de identificação, Maria apertava ansiosamente as mãos.
Seu resultado ainda não havia saído; o médico pediu para ela esperar um pouco mais.
Ela olhava para o relógio na parede, sentindo-se cada vez mais inquieta.
Odiava esperar, especialmente sem saber o resultado; cada minuto era uma agonia.
Helena deu tapinhas no ombro dela para confortá-la:
- Mariinha, não se preocupe, os resultados devem sair em breve.
Maria encostou-se na cadeira de rodas, em silêncio.
Vendo a exp