Ao sair do restaurante, ela se esgueirou rapidamente entre os arbustos verdes ao lado.
Pelos intervalos dos arbustos, avistou Eduardo saindo apressado atrás dela.
No rosto de Eduardo, se misturavam indignação, ódio e um toque de resignação.
Maria cerrou os punhos, sentindo uma dor amarga no coração.
Agora ela sabia que, viva ou morta, não importava onde se escondesse, ele só sentia ódio por ela.
Esse ódio era como um nó que nunca desataria.
- Presidente Alves, o que está acontecendo de novo?
Fer