Apenas Viviane permanecia sentada, encolhida em uma cadeira, agarrando com firmeza os braços do assento.
- Avó finalmente acordou. – disse Eduardo.
Eduardo segurou a mão da Vovó Diana, chorando como uma criança. Enquanto isso, ela despertava após cinco anos e, ao abrir os olhos, sentia-se um pouco desconfortável, um tanto quanto confusa. Levou um tempo para ela olhar Eduardo e quando foi falar, sua voz rouca estava cheia de emoção e carinho:
- Dudu... Você é o Dudu, meu bom neto.
- Avó, aqui é