A consciência voltou bem devagar.
Primeiro, a dor, uma dor profunda, espalhada por cada canto, como se cada osso do corpo tivesse sido quebrado e colocado de volta no lugar errado. Melia gemeu baixo ao tentar respirar mais fundo, o peito ardendo, os músculos protestando.
Ela abriu os olhos com dificuldade.
A luz era fraca, amarelada, vindo de uma lâmpada no meio do teto. O ar cheirava a pedra úmida, ferro e mofo. Demorou alguns segundos até que sua visão se ajustasse completamente… e então ela