Laura não respondeu. Não se moveu. Sentia o membro dele roçando, duro, entre suas nádegas, o calor dele envolvendo seu corpo como uma ameaça silenciosa. E ainda assim… não deu um passo.
— Eu devia te expulsar daqui — ela murmurou, tentando manter a voz firme, mas falhando na tentativa.
— Devia — ele concordou, encostando os lábios molhados na curva do ombro dela.
— Mas a verdade é que você não quer.
Ela soltou uma risadinha seca, entre sarcasmo e excitação.
— Convencido.
— Ué — ele rebateu, co