Heitor a conduziu até uma das salas mais reservadas do clube, onde a luz era baixa, quente, como se o ambiente respirasse luxúria. As paredes de veludo escuro abafavam qualquer som, e o sofá de couro preto em que se sentaram parecia feito para receber pecados. Ambos mantinham as máscaras, como mandava o protocolo da casa, o que tornava tudo mais intenso, mais proibido.
À frente deles, um casal conhecido de Heitor já se entregava sem pudor ao prazer. O homem beijava os seios da mulher com vorac