A luz da manhã no Rio de Janeiro entrou na suíte de hóspedes com uma agressividade que Lucas não pôde ignorar. Ele não havia dormido. O ombro latejava com uma dor sorda, um lembrete físico de que ele não era mais o homem que desenhava museus e praças. Ele agora era uma extensão da rede, um nó de processamento na infraestrutura do Círculo de Ferro.
No monitor à sua frente, as chaves de criptografia alemãs que ele havia roubado sob fogo cruzado piscavam em verde. Elas eram o "Santo Graal" da logí