Ela riu baixinho para algo que ele disse. O som me furou como uma agulha, então, ela olhou para mim, uma careta rápida de “você ainda está aqui?”.
— Amanhã? — ela disse no telefone, ainda me encarando. — Pode ser, sim. Às nove no campus tá ótimo. Combinado.
Amanhã, nove horas na faculdade…
Então ela se despediu com um “tchau” suave e aquele sorriso ainda nos lábios.
O mesmo sorriso que desapareceu instantaneamente quando ela desligou e voltou a atenção para mim, como se desligasse um interrup