Vesti o roupão e saí do banheiro, sentindo o vazio depois do clímax agora preenchido por uma resolução fria e calculista.
A culpa ainda estava lá, mas eu a empurrei para baixo, sufocando-a com lógica. Era o único caminho.
Dominar a fantasia, tornando-a uma realidade comum. Só assim aquela boca pararia de me assombrar.
E enfim, eu conseguiria lembrar de Nara em paz.
Quando desci, o cheiro dominante não era mais o de farinha, mas o de pizza assando, mas a cozinha estava vazia.
Ouvi o som de v