Saí do quarto, atravessei a sala de estar impessoal e abri a porta do apartamento. O som do fechamento atrás de mim foi como o selo final em um capítulo que, de repente, parecia incrivelmente desinteressante.
No elevador, meu próprio reflexo no espelho de aço me encarou. Cabelo levemente desalinhado, olhos escuros, a marca de batom de um vermelho intenso no pescoço.
Enfiei a ponta do dedo no canto da boca e esfreguei, limpando outro traço de batom. Depois, passei o lenço no pescoço, apagando