— Nunca é muito tempo, Luís! — Ana fala num tom baixo.
—É, eu sei. Mas é assim que eu me sinto mais seguro, sabe?
— Sei! — De repente ela me abre um sorriso, que ilumina o meu dia tão negro e nublado. — Mas, se vamos ser amigos, eu quero saber qual seria o nível dessa amizade. — Abro um sorriso e esse é travesso. Ana tem essa facilidade de me fazer sorrir, não importa onde, não importa como e não importa o motivo. Ela faz isso comigo e é isso que me puxa para mais perto dela.
— E, como podemos