Maya
Quando esvaziou o copo, ele o colocou no chão, ao lado da poltrona, e chamou-me com seu dedo indicador. Hesitante e com o corpo levemente trêmulo, comecei a engatinhar na sua direção. Parei no meio do caminho, encarando-o receosa com o que ele faria comigo quando chegasse mais perto. Meu coração batia muito rápido. A minha adrenalina estava no topo.
— Não me faça ir até aí. — O seu tom era baixo, mas não calmo.
Continuei a engatinhar até ele. Parei entre as suas pernas, encarando-o.
— Eu d