Lucas
A escolha do restaurante foi estratégica. Discreta o suficiente para manter os olhos curiosos afastados, mas sofisticada o bastante para impressionar os coreanos. Era um lugar onde nada podia dar errado. Até que deu.
Entramos e o maître nos reconheceu de imediato. Mesa reservada. Área privativa. Vista elegante.
Mas antes de chegarmos ao espaço reservado, algo me paralisou. Ou melhor, alguém.
Ela. Angel.
Sentada em uma das mesas centrais, como se pertencesse àquele lugar. Como se pertences