A noite estava silenciosa, quase inquietante, quando Luiza se aproximou do salão de treino. O rubi em sua mão pulsava com força, como se soubesse que algo importante aconteceria. Cada batida parecia sincronizar com o seu coração, acelerando a cada passo que dava. Alex estava ao seu lado, vigilante e protetor, mas mesmo com ele ali, ela sentia a tensão no ar. Algo estava prestes a ser revelado.
— Sinto que ele está nos observando — disse Luiza, a voz baixa, carregada de alerta. — Mas desta vez,