O amanhecer trouxe uma calmaria enganosa. Luiza sentia o rubi pulsar em sua mão, quente e vibrante, como se antecipasse o que estava por vir. O combate do dia anterior havia deixado marcas — músculos doloridos, respiração acelerada — mas também havia mudado algo dentro dela. O poder do rubi, antes selvagem e imprevisível, começava a responder à sua vontade, guiando-a, protegendo-a e, de certa forma, conectando-se com cada desejo, cada medo e cada impulso.
Alex estava ao seu lado, observando ate