Grito desesperada que ele nunca mais me tocará, ele apenas ri sem se abalar e sai do quarto sem dizer mais nada. Entro em colapso, grito alto por socorro, que alguém me ajude, mas nada acontece. Minha voz fica roca depois do meu acesso de raiva e paro de tentar alcançar um volume mais alto quanto escuto novamente passos do outro lado da porta, diferente da primeira vez, os passos agora ecoam pelo lugar, demonstrando que quem quer que seja, não está sozinho.
A porta se abre novamente e Matheus e