Mary apertou o caderno contra o peito, uma dor aguda atravessando-a. Suas mãos começaram a tremer quando encontrou, na última página aberta, um desenho de Lisa. Cada traço parecia capturar a suavidade de sua expressão, e ao lado dele, um poema:
"Nos ventos do campo vejo teu riso,
Como o sol que desponta, leve e preciso.
Teu olhar é refúgio, tua voz é canção,
E nos meus sonhos, Lisa, és minha razão."
As palavras golpearam Mary como um soco. Todo o calor que sentira durante a dança evaporo