ANYA DOMINUS — MINUTOS DEPOIS…
O corpo reconhece o lar.
Estamos no chão frio da biblioteca, encostados em uma das estantes, com ele me segurando no colo, acariciando meus cabelos enquanto nossa respiração se acalma.
— Não quero mais você subindo essas escadas, me chama que pego o que você quiser — levanto a cabeça o olhando, querendo rebater e dizer que não sou criança, mas ele me olha de uma forma que me desarma.
Olho para onde estamos e sorrio.
— Nós somos terríveis — eu digo, ainda sem fôle