Capítulo 10 — Dominic Salvatore
O bar fervia de gente. Luzes coloridas piscavam em meio à fumaça e ao som alto da música, mas nada naquilo parecia tocar Dominic Salvatore. Encostado no balcão, ele observava as risadas, os corpos dançando, o cheiro de álcool e perfume misturado no ar — tudo parecia distante.
Soltou um suspiro cansado, virou o copo e deixou o vidro vazio sobre o balcão.
— Estou indo embora — murmurou, a voz rouca e firme.
Gustavo, já animado pela bebida, se virou.
— O quê? Ne